quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Trilha inclusiva

Ontem o grupo Trilhas Inclusivas​ me levou a Serra do Cipó. Poema é a melhor forma de sentir como foi esse dia

Trilha sem limites

Li há um tempo que cada dia é um presente, uma dádiva.
Constatei que é uma verdade.
Dias são únicos, como a vida.

Um presente ganhei.
Viver um dia na natureza,
Viver uma liberdade sem igual,
Viver sem mãe uma aventura que nunca achei possível,
Viver um começo de uma boa e velha amizade.

Ganhei um dia,
Lindo de sol.
Ganhei um lugar para se lembrar,
Rio intocável, sentimentos inexplicáveis.
Ganhei sensações para vida,
Senti a água, o vento, senti que pode, livre.
Ganhei os meus maiores tesouros,
Amizades.

Esse dia é como uma folha que cai da arvore…
Que nasce outra.

Priscila Fonseca
03/08/16

Obrigada vida! Obrigada novos amigos!


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Marcadores de livro

Esse ano resolvi mudar! Resolvi fazer marcadores de livros com trechos dos poemas do meu livro Pensamentos para o vento. Esse é o primeiro ano de 10 ou 12 anos que não farei desenho de natal, estou sentido até estranha. (kkkk) Tenho muitos cartões em estoque dos anos anteriores. Se quiserem é só escolher os seus modelos em Meus desenhos! Essa mudança também se deve a maior dificuldade motora que fiquei pós hérnia, fiquei com uma pequena lesão medular. Esse ano resolvi deixar meu corpo mandar apenas um pouco, ele faz o que ele quer, no tempo dele e na hora que ele está bem. Nunca ouvir meu corpo, sempre lutei para dar conta da escola e faculdade. Estou no inicio de uma nova fase de vida que não sei como será. Trabalho como designer as vezes, amo… Mas sei que trabalhar na minha área é muito difícil e competitivo. Desde o inicio do curso decidir que não ia correr atrás de trabalho, ia aprimorar minha arte e o trabalho que aparecer ia fazer da melhor forma possível. Esse ano os marcadores de livro estão com desenhos a lápis acompanha a linha do livro, espero que gostem e que ano que vem eu tenha mais novidades!

Para comprar os marcadores basta me escrever um e-mail com seu endereço completo o numero dos marcadores da sua escolha e a quantidade e eu retorno o e-mail te falando a minha conta para efetuar o pagamento. Colocarei os marcadores antigos também. Se quiserem cartões basta ir em Meus desenhos para escolher e da mesma forma, me escrever o e-mail com a categoria e o numero dos modelos. Quantidade mínima para ser enviada são de 5 itens. O custo do marcador é R$3,00 reais, o custo do cartão postal é R$4,00 reais (somente até esse ano) e o envio é R$5,00 reais.

Não esquecendo que meu livro Pensamentos para o vento é um lindo presente, não porque eu quem o fiz. (kkk) Ele está a venda em Meus poemas, através do pague seguro para facilitar a compra, mas se preferir pedi-lo no e-mail e depositar o valor na minha conta, não tem problema. 

Meu e-mail: pri.tfonseca@yahoo.com.br

Feliz Natal!

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Mais um pouco sobre o livro 
Sinopse 

O livro Pensamentos para o vento é um diário de sentimentos, escrito em forma de poemas de uma menina que cresce e vê o mundo de outro modo com o passar de cada vivência. Os poemas relatam os desejos, as ilusões, momentos que viu que o amor se transforma, o perceber que a vida é uma eterna metamorfose, o quão efêmero é cada vivência e que cada momento é único. A obra é uma visão isolada de mundo, um querer voar, viver… Como designer gráfica e ilustradora, a autora fez o projeto editorial e foram selecionadas em seu acervo as ilustrações adequadas ao conteúdo. Elas foram feitas a lápis, o que torna a obra mais pessoal e expressiva.

sábado, 27 de junho de 2015

sábado, 13 de junho de 2015

Sessão de autógrafos no Festival Literário Internacional! (Nem acredito! Eba!)

É muito emocionante ver seu trabalho ser reconhecido! Com honra que convido a todos para o 1 Festival Literário Internacional em Belo Horizonte, onde farei uma sessão de autógrafos do meu segundo livro Pensamentos para o vento.
No dia 26/06 as 19 horas
Parque Municipal - Teatro Francisco Nunes


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Poemas, história

No primeiro grau não pensava em escrever poemas. O primeiro poema foi um dever de português que tive muita dificuldade de fazer. No segundo grau ao fazer um trabalho sobre o fogo escrevi um poema que simplesmente surgiu na minha cabeça e ele foi muito aplaudido por meus colegas e professores. A partir deste momento comecei a fazer vários poemas e os levava para a aula de português e para os amigos lerem. Todos elogiavam e diziam para fazer um livro e assim fiz, Poemas dedicados aos amigos em 2005. Continuei escrevendo e agora tenho meu segundo livro, Pensamentos o vento, a venda em Meus poemas
Cada livro custa R$35,00 reais

Reler, recordar

Poesias,
Palavras jogadas ao vento,
Sentimentos remoídos,
Momentos de reflexão...

Poesias,
Pensamentos para recordar,
Sofrimentos a serem levados pelo ar,
Montanhas que desabaram no coração...

Poesias,
O amor louco,
A  alegria perdida,
A paixão ardente...

Poesias,
Relê-las...
Não recomendo aos poetas!

20 de Julho de 2013

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Que ano!

Formei! Sou designer gráfico! E amo várias as possibilidades dessa profissão. Já estou com saudade das aulas, dos desafios, dos colegas e amados professores. Em março será a colação! Meu TCC foi a coleção composta pelos meus dois livros de poemas, que busca despertar interesse e emoções através dos recursos editoriais. Foi um trabalho muito gostoso de fazer. Queria fazer um livro inclusivo, mas as professoras acharam que esse era um projeto para o futuro, para mestrado.

Além disso fiz o primeiro lançamento do meu segundo livro de poemas "Pensamentos para o vento" em BH, que foi ótimo. O projeto editorial desse livro foi feito com muito gosto, amei trabalhar e pensar em cada detalhe. Com ajuda das orientadoras de trabalho de conclusão de curso fechei o ano com uma chave muito especial para abrir uma fase nova na minha vida.

Sou suspeita, mas acredito que para quem gosta de dá bom presente, meu livro é um lindo presente. :)

Fotos do lançamento - Facebook

sábado, 13 de dezembro de 2014

Adorei! Matéria de Elemara Duarte - Hoje em Dia


Por meio dos pés – e da força de vida que carrega – , a designer gráfica e escritora Priscila de Toledo Fonseca consegue conversar com seus amigos, estudar, trabalhar, fazer compras com o cartão de crédito, escrever e, ainda por cima, ilustrar. E é a partir destas duas últimas habilidades citadas que a jovem, mesmo com as sequelas de uma paralisia cerebral, que a acompanha desde os seis meses de vida, mostra impressas no livro de poemas
 
“Pensamentos Para o Vento” (84 páginas, Frente Verso Editora, R$ 35), que será lançado neste sábado (13), no Balaio de Gato, na capital mineira.
 
Mesmo com as limitações, a brasiliense (radicada em Belo Horizonte), de apenas 29 anos, consegue fazer todas estas atividades por meio do computador – mas com o teclado sob os pés. É Priscila quem faz quase tudo na publicação. Aliás, o próprio layout de “Pensamentos Para o Vento” também foi criado por ela. Parte do conhecimento para isso ela buscou e conseguiu. Neste ano, Priscila formou-se na Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), mais precisamente, em Design Gráfico.
 
Em vez de um livro tradicional, com a dobra na vertical, o lançamento tem o formato de bloco de anotações – com a dobra na horizontal. A impressão é que Priscila deseja mostrar ao leitor um objeto pessoal, com um texto sem censuras, visceral, no qual aborda temas que vão do desejo de liberdade à exaltação da alegria mais pura.
 
No poema “Por Favor!”, um dos mais densos do livro, ela pede: “Liberte-me./ Me deixe passar./ Não tenho acesso./ Tire a barreira do caminho./ Posso ajudar, posso fazer muito por esse mundo./ Tenho sonhos./ Quero viver”. Já em “Carne”, o leitor se depara com um desabafo: “Desejo carne./ Desejo ser beijada./ Desejo... Oh! Como desejo!”
 
Leitora dos textos e poemas produzidos por gente do naipe de Clarice Lispector, Pablo Neruda, Machado de Assis e Manoel de Barros, Priscila diz que o livro é o primeiro da coleção “Sentimentos”. O projeto dela vai trazer, em breve, a reedição do primeiro título que Priscila publicou: “Poemas Dedicados aos Amigos”, de 2005.
 
E a jovem artista trabalha sem parar... Acompanhada por uma boneca Barbie “cadeirante” sobre a mesa, que alguém trouxe para ela dos Estados Unidos, Priscila domina um bom “Apple” – afinal, ela já é uma designer profissional e não pode se valer de equipamento inferior. “E ela tem dois”, observa a mãe, a enfermeira Geralda Toledo.
 
“Agora quero achar o meu caminho como designer”, diz Priscila, que, tempos atrás, desenhava com lápis de grafite entre os dedos dos pés. Após uma hérnia de disco, essa habilidade ficou comprometida, e a moça passou a usar o mouse Magic Trackpad.
 
Priscila acalenta o sonho de ir para a Itália, onde o design tem uma das mais importantes escolas. Mas a vida de escritora não será colocada de lado. Um livro de contos e memórias está em seus planejamentos. “Sou uma mulher como qualquer outra, apenas sigo no caminho dos meus sonhos”.
 
“Pensamentos para o Vento”, de Priscila de Toledo Fonseca
Neste sábado (13), a partir das 12 horas, no Balaio de Gato (rua Opala, 55, dentro do Mercado Distrital do Cruzeiro)
Informações: www.feitocomospes.com.br ou pelo telefone (31) 9792-1814.

No Hoje em Dia

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Desenhos novos para meus fieis amigos

No meio de um TCC complicado consegui fazer novos desenhos, especialmente para meus amigos que adoram. Usei um novo jeito de desenhar.

Espero que gostem.

E feliz natal!!!!!!!!!!





Escolha seu desenho em Meus desenhos. Cada cartão custa R$4,00 e envio para todo o país por apenas R$5,00. O mínimo para envio é 5 unidades.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Reportagem de Patrícia Dumont no jornal Hoje em Dia

Como já disse antes: "Sempre digo muito obrigada por sair no jornal, porém nunca publico. Acho que é um pouco de egoísmo da  minha pessoa ou o fato de quer aparecer menos. Tenho receio de ser exibida e ridícula." Porém resolvi estar divulgando algumas reportagens. Não todas! Espero que os jornalistas me entendam!



Limitação física não impõe limites ao desejo de viver a vida

Ela escreve, cria, desenha, colore e pinta com os pés. Em função de uma paralisia cerebral, diagnosticada aos 6 meses de vida, Priscila de Toledo Fonseca teve comprometidos os movimento dos braços, das mãos e a fala. Não deixou-se derrotar. Hoje, aos 29 anos, apoiada e incentivada, diária e constantemente, pela mãe, Geralda, superou-se.

Quem vê Priscila presa a uma cadeira de rodas e fragilizada pela deficiência nem imagina a quantidade de talentos que a garota tem. Prestes a lançar o segundo livro de poesias, produzido, escrito e ilustrado por ela mesma, tem apenas um desejo: mostrar ao mundo que é normal e ser alguém na vida.

A doença não afetou o lado cognitivo, intelectual de Priscila, comprometeu apenas as funções motoras. Por causa disso, ela precisa de sessões semanais de fisioterapia e depende de alguém para atividades comuns do cotidiano, como escovar os dentes, pentear o cabelo, tomar banho e comer. Barreira? Não, estímulo.

No site que mantém na internet (www.feitocomospes.com.br), ela conta, com mais desenvoltura, já que fala com bastante dificuldade, um pouco de sua história. “Quando ainda era bebê, minha mãe lia cartilhas educativas para mim tentando desenvolver meu intelecto e buscava tratamentos que melhorassem minha condição de vida. Lembro-me de uma professora de português que fazia provas extensas, com mais ou menos 50 questões para a turma. Minha mãe e eu demorávamos o dia todo, pois eu lia e dizia a resposta para que ela escrevesse”, relata.

Pessoalmente, porém, com os olhos atentos e fixados em quem fala com ela, resume as emoções, quase sempre, em gestos delicados, sorrisos espontâneos e algumas poucas palavras que a mãe, geralmente, tenta antecipar. É o gosto que tem de viver a vida.

“Priscila não reclama de nada. Faz tudo com gosto e muita vontade. Nem eu mesma sei onde ela quer chegar. E agora, Priscila, qual é a próxima empreitada?”, pergunta Geralda, em tom de brincadeira. No fim deste ano, a garota conclui o curso de design gráfico, na Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), uma das mais bem conceituadas do país.

Sobre os empecilhos da vida às condições impostas a ela, a mãe vai logo dizendo. “Ela gosta de tirar fotos de situações que encontra no dia a dia e que são uma barreira aos deficientes. Mas enfrenta tudo como sempre faz”, diz.

Veja a reportagem toda!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Trabalho por encomenda

Como já sabem, faço faculdade de Design Gráfico. E se as energias boas do universo estiverem a favor formo esse ano.
Há alguns anos faço alguns trabalhos para empresas e amigos. Resolvi divulgar. pois sempre é bom ganhar o seu próprio dinheiro. Tenho um sonho de me dar de presente uma viagem para Europa depois que me formar. Já estou juntando dinheiro e trabalhando como revendedora Avon e Natura.

Estou à as ordens de quem precisar de algum tipo de trabalho de designer.
pri.tfonseca@yahoo.com.br

Alguns dos meus trabalhos:













quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

III Seminário Rede Ester - 14/11


Foi convidada para expor meus trabalhos e dá uma entrevista no III Seminário do Instituto Ester Assumpção. Foi uma grande honra ter participado.




sexta-feira, 14 de junho de 2013

Quase deficiente mais uma vez - Readaptar


Tenho paralisia cerebral desde o nascimento. Sou dependente das atividades diárias, o que significa que não me alimento por conta própria, nem me deito e muito menos vou ao banheiro com minhas pernas. Porém, ainda assim, sou adaptada às minhas limitações. Sempre tive minha própria maneira de resolver coisas simples como: ligar computador, televisão, radio, pegar livro, lápis, folha, arrumar as gavetas, o armário, meu material para estudar, tirar as coisas do meu caminho etc. Tudo isso com os pés. Não gosto de esperar, uma vez que já tenho que esperar para comer, tomar banho, etc.

Minha vida é próxima do "normal", estou terminando a faculdade, trabalho e namoro. Achei que era imune a qualquer tipo de limitação além da qual já tinha,mas estava errada.

No meio do ano passado comecei a senti uma dor no ombro. Após alguns meses a dor persistia e decidi ir ao médico e em dezembro de 2012 fui fazer hidroterapia por orientações médicas. Um dia antes da minha primeira sessão sai com minha mãe e senti uma leve dificuldade ao entrar no carro. Duas semanas depois estava com formigamento nas pernas e minha força se diluía progressivamente. Meu desespero começou. Eu costumava chorar, com medo de perder minha pequena autonomia. No início, os médicos acharam que minha paralisia cerebral estava sofrendo alguma alteração no padrão, mas eu sentia que tinha algo além. Continuei tentando fazer minhas atividades, na esperança de não perder mais os movimentos, porém todo meu esforço era em vão, pois piorava dia a e os médicos não forneciam um diagnóstico preciso. Nunca havia me sentido incapaz. Pela primeira vez me senti dessa forma. Perdi a capacidade de mover minhas pernas bem como meu equilíbrio, e com isso, meus pensamentos giravam em torno da vida que tinha conquistado e chorava pois tinha perdido a perspectiva do que fazer dali em diante. Eu Teria que me readaptar e aprender um modo diferente de viver, pois não conseguia usar o computador, desenhar,enfim, me via incapaz de fazer algo além de olhar para o teto e esperar a vida acabar.

No início deste ano um médico atencioso, já mais velho, disse que eu poderia estar com um processo de compressão da medula. Após alguns exames foi constatado que eu tinha uma hérnia de disco no pescoço. A hérnia fui causada pela minha movimentação de cabeça, a qual é muita brusca por causa da paralisia. Em fevereiro fiz minha primeira cirurgia. Em meus pensamentos, o medo e a incerteza competiam com a esperança de melhora. Logo após a cirurgia conseguir levantar a perna e ainda estou me recuperando.

Minha família, meus amigos e meus colegas de faculdade acostumaram a não ter que me ajudar a fazer coisas tais como me levar aos lugares, ligar a televisão e o computador, etc. Todos se esquecem por um momento que não tenho a mesma autonomia. Ainda não se sabe se vou ficar com lesão na medula, pois, até agora, apesar de ter recuperado grande parte dos meus movimentos, ainda não me recuperei por completo. Ao final dessa experiência eu tive que readaptar meu modo de fazer as coisas. Aprendi a esperar e a ter paciência de ficar parada. Meu modo de pensar e ver as coisas mudou totalmente e agora valorizo muito mais meu estilo de vida.

Este texto foi publicado na Revista Destinos 2014!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Conceitos dependem do ponto de vista de cada um


Dizem que uma unha de cada cor é super cafona... E dai? Eu adorei, achei divertido e alegre. Afinal precisamos ser felizes e seguir um padrão não me deixa feliz, pois não somos iguais.

Qual é o conceito de feio e bonito? O feio é desarmonioso? Então uma arte abstratar é feia? Eu sou feia com a minha deficiencia? Tive uma aula exatamente sobre isso na faculdade. Tudo depende de um contesto. Com crecimento da minha mentalidade aprendi a tentar  olhar as coisas de vários modos e não só de um modo como normalmente fazemoa ou somos conduzidos a olhar.

Vi essa frase no facebook que cabe com esse poste.

domingo, 7 de outubro de 2012

Não sou religiosa, mas uma coisa é certa...

Em váriaveis fatos, ecologicos, economicos e ate sociais essa frase cabe muito bem, "Faça sua parte que eu farei a minha"

O post Protesto é a minha pequena parte para ter acesso em todos os lugares e naturalmente ter um mundo melhor. Se ficamos esperando nem sabem o que precisamos, queremos, existimos.

Uma música que diz muito bem o que quero passar é


Até quando???

sábado, 29 de setembro de 2012

Protesto

Como eu já mencionei eu estudo na Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) Escola de Design, hoje tive a oportunidade de fazer uma oficina sobre mapeamento cultural onde aprendi um pouco mais sobre esta maneira de vivenciar a cidade e seus espaços,

BH tem milhares de problemas de acessibilidade e eu vou focar nesse post os problemas da Escola de Design. Eu não estou falando dos problemas que as pessoas impoem aos deficientes como por exemplo não modificar um trabalho para adaptar de modo que possa fazer-lo sem prejudicar o aprendizado e muito menos "passar a mão na cabeça". Nesse termo a Escola de Design se supera a cada dia. Se adaptar é fácil para professores dedicados em passar seu conhecimentos para quem quiser aprender.

Coloco aqui alguns problemas arquitetônicos que todo os lugares públicos tem e ao meu ver uma universidade deveria ter mais cuidado com a acessibilidade porque teoricamente o acesso é para todos.

Um caminho para entrar na Escola de Design

Entrei, mas minha cadeira não passa... Solução: entra pela garagem, mas é correto?

Um degrau para acessar da garagem para o elevador, não é nada? Por isso não quero cadeira motorizada, pois em que lugar vou poder usa-la?


O lugar de maior conviveêcia entre os estudantes é a cantina,  a qual não vou, porque tem um degrau duplo que todo deficiente odeia, pois precisa de mais ajuda do que o normal, além de morrer de medo de cai da cadeira.


O banheiro para deficiente não tem nada adaptado e em geral em quase em todos lugares de BH são usados como depósitos de matérias de limpeza. Uma solução simples seria colocar armários nas paredes acima do chão de forma que não tire a área de circulação.

Participe também desse protesto e envie soluções para esse tipo de problema.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Quando bomba cai

Blog parado é ruim, mas quando só acontece queda de bomba na vida, não conseguimos nem ver o que está ao redor. Depois que a fumaça acaba podemos contar o que aconteceu e analisar e tirar algo de bom.

No meio do ano passado, comecei a me sentir mal da barriga. Minha mãe como enfermeira, tenta sempre resolver antes de me levar no medico. Nunca me sentir tão desanimada para fazer o curso e todas as outras coisas. Minha sorte foi ter um anjo do meu lado na faculdade que nada paga a amizade, a ajuda e o carinho. Dani, meu muitíssimo obrigada por tudo e mais um pouco.

Bem, meu drama aumentou a hora que o medico disse que achava que tinha doença celíaca (alegria severa a guten, trigo). Pensei tudo que gosto de comer já era, ia virar aquelas pessoas que tem restrição a tudo. Achava o máximo poder sair com os amigos e poder tudo, pois é raro deficiente poder beber e comer tudo sem exceção. Fui até contar ao que penso e ao que sou quando se tratar de aceitação. Achava que já tinha limitações demais para mais uma.

Porém sofri por antecipação, que é a pior coisa que o ser humano faz. Fiz muitos exames e só se sabe que não tenho doença celíaca. Só sabe que fico melhor sem  comer guten, mas posso comer quando tenho vontade.

Vejo com essa experiência, por eu ser deficiente me achava forte para aceitar as várias limitações da vida, porém fui totalmente fraca. Ainda não me recuperei totalmente do choque.

Fora isso, minha vida é maravilhosa, vida profissional ótima, vida amorosa que até me assusta de tão linda e emocionante que é...

quinta-feira, 22 de março de 2012